Versos Intimos


Fugir sem pernas



Sou preso... que solidão, desespero!

Abdico da liberdade, desespero!

Perco todo o saber, desespero!

Fujo da luz, desespero!



Ignoro-me para salvar-me?

Como poderia transpor-me?

Como poderia assombrar-me?

Como poderia matar-me?



A dormência de mim se apoderou

A dor que controlei me superou

O corpo, o limiar alcançou

Amar? Quem... me amou?



O que era corpo não move.

O que era paixão não move.

O que era desejo não move.

O poeta agora morre!



Escrito por Jardson às 01h09
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BRASIL, Nordeste, SALVADOR, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese



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